Brites de Almeida, conhecida por a Padeira de Aljubarrota, foi uma figura lendária portuguesa, de Leiria, uma heroína cujo o nome está associado à vitória dos portugueses, contra as forças castelhanas, na batalha de Aljubarrota. Com a sua pá de padeira, teria morto sete castelhanos que encontrara escondidos num forno. Brites de Almeida teria nascido em Faro, de pais pobres e de condição humilde, donos de uma pequena taberna. A lenda conta que desde pequena, Brites se revelou uma mulher muito corpulenta, feia, de nariz defeituoso, boca muito rasgada e cabelos crespos. Estaria então talhada para ser uma mulher destemida e valente. Quando se deu a batalha entre portugueses e castelhanos, derrotados sete deles fugiram do campo da batalha para se refugiarem nas redondezas. Encontraram abrigo na casa de Brites, que estava vazia porque Brites teria saído. Quando Brites voltou, tendo encontrado a porta fechada, logo desconfiou da presença de inimigos e entrou à procura de castelhanos. Teria encontrado os sete homens dentro do seu forno, escondidos. Intimando-os a sair e a renderem-se, e vendo que eles não respondiam pois fingiam não entender, bateu-lhes com a sua pá, matando-os. Diz-se também que, depois do sucedido, Brites teria reunido um grupo de mulheres e constituído uma espécie de milícia que perseguia os inimigos, matando-os sem dó nem piedade.
A Padeira de Aljubarrota é, sem dúvida, uma figura lendária e um símbolo de valentia daquelas e daqueles que sempre defenderam Portugal e os portugueses. Deixo o link para uma imagem interessante de Brites de Almeida:
Lenda do milagre de Ourique A lenda conta que poucos dias antes de a batalha de Ourique D.Afonço Henrique foi vistado pelo um homen velho. Que esse lhe prometeu a vitoria mas para isso ele teria de sair sozinho, logo que o sinal da Aldeia do homen tocasse. E assim fez o rei. De seguida, um raio de luz iluminou tudo a volta dele e deixando apercer o sinal da Cruz e Jesus crusificado. Nesse momento D. Afonço Henriques cheio de emoçoes se ajoelhou fazendo um sinal da cruz, e ai ouviu a voz do Senhor lhe prometendo outra vez vitoria de essa e outras batalhas. A batalha seguinte foi vencida como prometida, desde desse dia o rei D.Afonço Henriques decidiu que a bandeira portuguesa deveria ter 5 escudos ao quinas formando uma cruz que representaria os 5 reis vencidos e as 5 chagas de Cristo.
Esta lenda é sobre um homem chamado Manuel, nascido em Belmonte, que sempre foi um soldado muito corajoso mas um dia foi levado para Argel por piratas mouros. Ele ficou lá muitos anos a trabalhar como escravo e durante esse tempo todo não parou de pensar ao quanto ele tinha saudades da terra dele e da sua família. Um dia, um mouro perguntou-lhe o que significava a palavra ‘esperança’ que era uma palavra que o Manuel repetia muitas vezes. Depois de o Manuel ter respondido, o mouro disse-lhe que tal fé não era possível e decidiu tornar-lhe a vida mais difícil. De acordo com a lenda, a Virgem apareceu na véspera do dia de Páscoa e anunciou ao Manuel que ia ser libertado. A arca em que o Manuel dormia elevou-se e desapareceu para o lado do mar e tudo isso à frente dos mouros que estavam presentes. No sábado de Aleluia, os habitantes de Belmonte que iam à missa, viram uma arca aterrar ao pé da capela e dentro da arca se encontrava o Manuel que todos pensavam morto. As pessoas ficaram muito alegres e decidiram construir nesse sítio, uma capela dedicada a Nossa Senhora da Esperança.
Brites de Almeida, conhecida por a Padeira de Aljubarrota, foi uma figura lendária portuguesa, de Leiria, uma heroína cujo o nome está associado à vitória dos portugueses, contra as forças castelhanas, na batalha de Aljubarrota. Com a sua pá de padeira, teria morto sete castelhanos que encontrara escondidos num forno.
RépondreSupprimerBrites de Almeida teria nascido em Faro, de pais pobres e de condição humilde, donos de uma pequena taberna. A lenda conta que desde pequena, Brites se revelou uma mulher muito corpulenta, feia, de nariz defeituoso, boca muito rasgada e cabelos crespos. Estaria então talhada para ser uma mulher destemida e valente.
Quando se deu a batalha entre portugueses e castelhanos, derrotados sete deles fugiram do campo da batalha para se refugiarem nas redondezas. Encontraram abrigo na casa de Brites, que estava vazia porque Brites teria saído.
Quando Brites voltou, tendo encontrado a porta fechada, logo desconfiou da presença de inimigos e entrou à procura de castelhanos. Teria encontrado os sete homens dentro do seu forno, escondidos. Intimando-os a sair e a renderem-se, e vendo que eles não respondiam pois fingiam não entender, bateu-lhes com a sua pá, matando-os. Diz-se também que, depois do sucedido, Brites teria reunido um grupo de mulheres e constituído uma espécie de milícia que perseguia os inimigos, matando-os sem dó nem piedade.
A Padeira de Aljubarrota é, sem dúvida, uma figura lendária e um símbolo de valentia daquelas e daqueles que sempre defenderam Portugal e os portugueses.
RépondreSupprimerDeixo o link para uma imagem interessante de Brites de Almeida:
http://www.prof2000.pt/users/avcultur/Postais3/Aljubarrota/02_Aljubarrota.jpg
Lenda do milagre de Ourique
RépondreSupprimerA lenda conta que poucos dias antes de a batalha de Ourique D.Afonço Henrique foi vistado pelo um homen velho. Que esse lhe prometeu a vitoria mas para isso ele teria de sair sozinho, logo que o sinal da Aldeia do homen tocasse. E assim fez o rei. De seguida, um raio de luz iluminou tudo a volta dele e deixando apercer o sinal da Cruz e Jesus crusificado. Nesse momento D. Afonço Henriques cheio de emoçoes se ajoelhou fazendo um sinal da cruz, e ai ouviu a voz do Senhor lhe prometendo outra vez vitoria de essa e outras batalhas.
A batalha seguinte foi vencida como prometida, desde desse dia o rei D.Afonço Henriques decidiu que a bandeira portuguesa deveria ter 5 escudos ao quinas formando uma cruz que representaria os 5 reis vencidos e as 5 chagas de Cristo.
Lenda do Cativo de Belmonte
RépondreSupprimerEsta lenda é sobre um homem chamado Manuel, nascido em Belmonte, que sempre foi um soldado muito corajoso mas um dia foi levado para Argel por piratas mouros. Ele ficou lá muitos anos a trabalhar como escravo e durante esse tempo todo não parou de pensar ao quanto ele tinha saudades da terra dele e da sua família. Um dia, um mouro perguntou-lhe o que significava a palavra ‘esperança’ que era uma palavra que o Manuel repetia muitas vezes. Depois de o Manuel ter respondido, o mouro disse-lhe que tal fé não era possível e decidiu tornar-lhe a vida mais difícil. De acordo com a lenda, a Virgem apareceu na véspera do dia de Páscoa e anunciou ao Manuel que ia ser libertado. A arca em que o Manuel dormia elevou-se e desapareceu para o lado do mar e tudo isso à frente dos mouros que estavam presentes. No sábado de Aleluia, os habitantes de Belmonte que iam à missa, viram uma arca aterrar ao pé da capela e dentro da arca se encontrava o Manuel que todos pensavam morto. As pessoas ficaram muito alegres e decidiram construir nesse sítio, uma capela dedicada a Nossa Senhora da Esperança.